A Rainha Maria Stuart em minha opinião deveria ter se casado a segunda vez com um Príncipe protestante visto que a maioria do seu povo havia aderido à Reforma, mas nunca com um inglês pois estaria sendo espionada por Isabel. Nem com um escocês pois os Lordes invejariam sempre outro como eles.
E antes de casar ( teria que ser feito um Contrato de Casamento) para que ficasse claro que a Rainha era ela .
Nunca prometer a Coroa Matrimonial, pois esse passo alimentaria as ambições do mesmo.
Um titulo sim, mas nunca o de Rei.
Se após o casamento entendesse que ele merecia sua confiança poderia lhe conceder um Cargo no Governo, porém a última palavra seria a dela.
Ela precipitou_se no casamento com Darnley.
Darnley
Se tivesse se casado com um Príncipe protestante, creio que teria afastado muitos inimigos, em especial. os torpes Cecil e Knox.
Ela mesma não precisaria se converter ( embora o Mundo católico Papa, Felipe II e seus parentes Guise nunca lhe tenham dado apoio, ainda antes do homicídio de Darnley ela estava sozinha.
Só lhe restava manter o jogo com Isabel, ainda que esta não tinha palavra mas era a única Soberana que mantinha contacto com ela.
Como disse seu marido não deveria ser inglês, nem escocês pois nesse último caso alimentaria a inveja dos Lordes.
Infelizmente, faltou_lhe a prudência e casou_se depressa com Darnley do qual só sabia sua linhagem e nada do seu péssimo carácter.
Um Príncipe protestante moderado (não calvinista) teria sido a melhor opção.
Assim casando com Darnley, um casamento destinado
ao fracasso após ele ter sido assassinado pelos Lordes
só lhe restava afastar-se de Bothwell porque ele era impopular e visto como o assassino de seu marido.
Bothwell
Porem manteve ele no seu convívio e isso foi fatal para ela.
Logo se viu reduzida a um fantoche na sua mão e teve a opinião pública virada contra ela, além da inveja dos Lordes.
Infelizmente esse casamento foi a causa da sua ruína na Escócia.
Após ficar viúva do segundo marido, deveria ter se refugiado em uma fortaleza e esperado tudo se acalmar.
Casando com esse homem para ter um " Protetor " foi sua maior imprudência.
Finalizando:
O erro de Maria Stuart foi casar por amor.
Infelizmente teve consequências trágicas para ela, em especial seu último casamento.
Visto que sua família Guise não lhe deu um voto de confiança quanto ao seu não-envolvimento na morte do segundo marido assim como a Família Real da França que ela amava, e como Elizabeth embora mantivesse correspondência com ela não honrava a palavra em questão de Reconhecimento dela como Sucessora, só lhe restaria fugir para a Espanha.
Cecil o ministro torpe e fanatico de Isabel I foi o primeiro e mais cruel adversário de Maria Stuart.
Um louco qu e via os catolicos como inimigos e
conspirador do homicidio de Darnley para impedir um Acordo entre Isabel I e Maria Stuart.
Arquitetou junto com os lordes escoceses o derrube de seu
governo mais tarde quando a fugiu para Inglaterra. Isabel era uma covarde e sempre se recusou a ve la pretendendo mante_ la em prisão perpétua ele arquitetou uma armadilha para ela dar cnsentimento em um plano para resgata_ la que na verdade era o meio que ele engendrou para pedir sua execução.
So lamento que esse canalha não tenha pago por seus crimes.
Esse monstro provocou sua queda na escócia e depois de a ter em mãos na Inglaterra, ele arquitetou uma falsa conspiração contra Elizabeth para envolver Maria Stuart com o propósito de conseguir sua execução.
Um homem torpe que visava fazer da Escócia um Estado -satélite.
Francis Walsingham, secretário de Estado de Elizabeth, e lacaio de Cecil quando ajudou este a envolver Maria stuart na conspiração contra Elizabeth para Cecil ter um pretexto para mata-la.
Knox, o pregador fanático que condenou tantas vezes Maria Stuart chegando inclusive a ofende_ la com suas censuras absurdas sendo também um grande caluniador contra ela tramou sua queda.
Este ao menos pagou pelo mal que lhe causou.
Moray e Morton,
os pricipais entre os lordes que tramaram seu aprisionamento sendo Buchanan o vil que forjou as cartas do cofre contra a Rainha esses tambem pagaram caro por serem caluniadores'
pagaram com a vida Moray zendo emboscado e Morton sendo anos mais tarde executado.
Moray, o meio-irmão traidor de Maria Stuart que várias vezes virou-se contra a irmã e por último aprisionou por quase um ano no Castelo de Loch Leven mesmo ela já tendo feito a vontade a ele e outros lordes de abdicar no seu filho ainda bebê. Ela so´conseguiu sair de lá, porque fugiu com a ajuda de amigos.
Este foi assassinado em emboscada.
Morton, um dos principais cabecilhas do assassinato de Darneley, sendo um homem vil agiu por inveja da Rainha ter escolhido Botswell dentre os Lordes da Escócia para casar.
Ele liderou junto com outros Lordes a última revolta contra Maria Stuart, tendo juntamente com Moray a enganado ao afirmarem por mensageiro que se Botswell parti-se, aceitariam de volta no trono e logo que a tiveram em mãos a aprisionaram.
Este pagou com a vida, sendo executado.
George Buchanan, O CANALHA que forjou a maioria das cartas do cofre para os Lordes usarem contra a Rainha Maria Stuart dando-a como culpada do homicídio de seu segundo marido, infelizmente não pagou por seus escritos forjados, a pedido dos Lordes.
As famosas cartas do cofre, sendo 8 no total somente a segunda e a sexta tem alguns aspetos que parece terem sido abordados por Maria Stuart.
A segunda vê-se claramente que tem acrescentos dos lordes quanto a incrimina-la no assassinato do seu segundo marido.
A 6ª é a única a meu ver 100% dela em que a mesma fala do seu amor pelo seu marido Bothwell.
Esse baú de prata, atualmente exposto em Lennoxlove House, em East Lothian (Escócia), possivelmente foi o recipiente que continha as supostas cartas de amor escritas por Mary para Bothwell, conhecidas também como “as cartas do baú”. Esses documentos desempenharam um papel crucial nas acusações dirigidas a Mary e Bothwell, com relação ao assassinato de Darnley.
As 8 restantes foram falsificações dos Lordes Escoceses contra a Rainha.
Quando Mary fugiu para a Inglaterra em 1568, Elizabeth se recusou a ajudá-la contra os Lordes Escoceses usando o assassinato de Darnley como desculpa. Deveria haver um julgamento que girava em torno das letras do caixão . Essas cartas, escritas por Mary para Bothwell, comprovadamente comprovavam seu envolvimento no assassinato de Darnley. No entanto, as cartas originais desapareceram misteriosamente e as cópias foram evidentemente adulteradas pelo conde de Morton, que tinha muito a ganhar com Mary, nunca retornando à Escócia.
Mary Stuart gostava muito de branco e insistia em usar essa cor em seu primeiro casamento com Francisco II, embora o branco fosse considerado a cor do luto na França do século XVI.
Após a morte de Francisco II, Maria costumava usar preto para simbolizar a perda de seu marido e a perda de sua coroa francesa.
Embora Maria tenha desembarcado em Leith (Escócia) em meados de agosto, ela foi recebida com um haar muito denso (névoa do mar).John Knox não deixou de salientar que este era um mau presságio. Outros acreditam que pode ter havido um eclipse do sol naquele dia.
Maria era muito alta (quase 1,8m) e bonita, ao contrário dos retratos contemporâneos que a retratam. Enquanto cativo em Lochleven , foram feitas duas tentativas para resgatá-la, mas apenas a segunda foi bem-sucedida. A primeira tentativa, durante a qual Mary se disfarçou de lavadora que veio à ilha para lavar a roupa, falhou porque o barqueiro que a levava de volta para a outra margem reconheceu suas mãos que eram conhecidas por sua elegância e brancura.
Enquanto estava em Lochleven, Mary ficou muito doente e teve um aborto espontâneo. Ela perdeu gêmeos que foram posteriormente enterrados às pressas na ilha. Não está claro quando exatamente ela engravidou, mas o pai é sem dúvida o conde de Bothwell.
Maria levou uma vida muito ativa e adorava andar a cavalo e dançar. Vestia-se como um menino estável e escapava à noite para as ruas de Edimburgo incógnita.
Maria, caracterizada por sua natureza sagitariana, tinha uma personalidade ardente. Ela era generosa, perdoadora e um ser sociável. Ela adorava o ar livre e os animais. No entanto, ela também foi criticada por agir por impulso e por não ter tato. Ela era propensa a crises de doenças, consideradas úlceras e a ataques violentos de depressão.
As últimas palavras de Maria antes que o machado caísse sobre sua cabeça foram: "Em tuas mãos, ó Senhor, entrego meu espírito".
As quatro Marias, as damas de companhia de Mary, eram Mary Fleming, considerada chefe entre elas por causa do sangue real de sua mãe, Lady Fleming; Mary Seton, filha de uma francesa, Marie Pieris, que fora dama de honra de Marie de Guise e de George, sexto lorde de Seton; Mary Beaton, filha de Robert Beaton de Creich e neta de Sir John Beaton, o guardião hereditário do Falkland Palace, e finalmente Mary Livingston, filha do guardião de Mary Stuart, Lord Livingston. Foi Mary Seton quem nunca se casou e permaneceu fiel à rainha quase até o fim, quando Mary a mandou embora para se aposentar. O nome Mary deriva da palavra islandesa "maer", que significa virgem ou empregada.
A última noite de Mary foi passada elaborando uma vontade elaborada em que todos os seus servos eram lembrados. No dia de sua execução, ela apareceu em sua costumeira capa preta e com um véu branco sobre a cabeça. Ela então largou a capa para revelar um vestido vermelho carmesim.
Durante toda a sua vida, Mary procurou se encontrar cara a cara com sua prima Elizabeth I. Eles nunca se conheceram. Elizabeth participou do batismo do filho James enviando um representante com uma fonte batismal. Ela prometeu em várias ocasiões visitá-la enquanto estava na prisão na Inglaterra, mas nunca o fez. Ela até compareceu ao funeral enviando a condessa de Bedford como procuração. E ironicamente, os túmulos de Mary e Elizabeth estão hoje lado a lado na Abadia de Westminster ... separados pela nave da capela, mantidos separados pelas paredes e barracas esculpidas, fora da vista um do outro.
Foram necessários três golpes do machado para separar a cabeça de Mary de seu corpo. Para o horror de todos os presentes, seu corpo começou a se mover. Foi revelado que seu pequeno terrier, Geddon, que era o companheiro de Mary durante seus últimos anos de prisão, havia se escondido sob seu volumoso vestido durante toda a execução.
O crucifixo, o livro de escrita, as roupas manchadas de sangue que Mary levara para sua execução e até o bloco em que ela deitava a cabeça foram queimados no pátio do castelo de Fotheringhay. Não havia relíquias.
Quando o carrasco levantou a cabeça decepada de Mary enrolada em um lenço, a cabeça que rolou para longe de sua mão ficou quase careca. Os anos de prisão de Mary haviam prejudicado seriamente sua saúde e beleza. Uma mecha de seu cabelo ainda pode ser vista noPalácio de Holyrood, em Edimburgo. O cabelo, provavelmente descolorido com o passar dos anos, agora é loiro-morango, embora tivesse cabelos ruivos durante a vida.
Mary foi a primeira mulher a praticar golfe na Escócia. Ela até causou um escândalo quando foi vista jogando o jogo em St. Andrews poucos dias após o assassinato de seu marido, Darnley.
Enquanto Mary esperava seu navio partir para a Escócia em 1561, um barco de pesca afundou diante de seus olhos com toda a tripulação. Ela exclamou: "Que triste augúrio para uma jornada!". Enquanto o navio partia, ela manteve os olhos na costa francesa, até ficar totalmente fora de vista, repetindo várias vezes: "Adeus França, adeus donc ma chère França ... je pense ne vous revoir jamais plus" (Adeus querida França, Eu acredito em nunca mais ver você). A tristeza de Maria foi justificada; ela nunca voltou à França, nem viva nem morta.
O conde de Bothwell, o terceiro marido de Mary, foi tragicamente preso na fortaleza dinamarquesa de Dragsholm. Acorrentado a um pilar com metade da sua altura, para não poder ficar de pé, permaneceu ali agachado no escuro e imundo por dez anos, até morrer louco e seu corpo coberto de pelos. Seu corpo mumificado foi exposto na cripta da igreja de Faarevejle, perto de Dragsholm.
O crânio de Darnley (segundo marido de Mary) está agora no Royal College of Surgeons, em Londres, e ostenta as marcas reveladoras de sífilis. A notória promiscuidade de Darnley finalmente o venceu se ele não tivesse morrido um pouco antes durante o incidente de Kirk o 'Field.
Na noite de 29 de janeiro de 1587, o quarto de Mary no castelo Fotheringhay foi iluminado por uma grande chama três vezes. Maria, que ainda não fora informada do que seria dela, interpretou isso como um presságio de sua morte iminente. Existe uma teoria de que este era de fato um cometa, que naquela época estava associado à morte de pessoas famosas.
O caminho que levava a Fotheringhay chamava-se Perryho Lane e Mary, que não tinham sido informados para onde estava sendo transferida, teria exclamado: "Perio, eu pereço!".
Cardos roxos ainda crescem no local da execução de Mary e são apelidados de lágrimas da rainha Mary.
Enquanto estava em Chastworth, Mary recebeu alguns passeios supervisionados no campo e ficou fascinada pelas cavernas locais. Um grupo de estalactites é chamado Pilar da Rainha Maria, supostamente chamado por Mary Seton.
Maria era uma verdadeira linguista. Além de sua cidade natal, Old Scot, que aprendeu desde a infância e o francês em que foi educada, ela também aprendeu latim e grego, espanhol e italiano. Mais tarde na vida, ela aprendeu inglês, que era uma língua diferente naqueles dias.
O adultério tornou-se uma ofensa capital no reinado de Mary Queen of Scots, embora sua introdução tenha mais a ver com seu ministro do Alto Kirk, John Knox, do que ela. Pois este foi o tempo da Reforma Protestante. As leis contra adúlteros foram estendidas por seu filho James VI.
O filho de Maria, James VI, nasceu com o caul da sorte (um pedaço de saco amniótico) que, segundo a superstição, garantia que ele não morresse afogado.
O seguinte soneto foi escrito por Mary durante seu encarceramento em Fotheringhay. O próximo poema é uma ode à morte de seu primeiro marido, o rei francês Francisco II. Embora Mary fosse fluente em francês e no velho escocês, preferia escrever em francês, que era a língua da corte, e considerada mais sofisticada.
Se você está interessado na poesia de Mary, consulte o livro de Robin Bell "Agridoce dentro do meu coração", detalhado em nossa seção "Crítica de livros" .
Que suis-je hélas? Et quoi sert ma vie? Je ne suis fors qu'un corps privé de coeur, Une ombre vaine, un objet de malheur Qui n'a plus rien que de mourir en vie. Além do mais, me portez, O enemem, d'envie Um qui n'a mais o espírito de grandeza. J'ai consome o excesso de votos Votre ire no bref de voir assouvie. E você, amis, qué m'avez tenue chère, Souvenez-vous que sans coeur e sans sant Je ne saurais aucune bonne oeuvre faire, Souhaitez don fin fin de calamité et que, ici-bas etant assez punie, J'aie ma part en la joie infinie.
Ai do que eu sou? Qual a utilidade da minha vida? Eu sou apenas um corpo cujo coração está partido , Uma sombra vã, um objeto de miséria Que não tem mais nada além de morte na vida. Ó meus inimigos, ponha sua inveja de lado; Não tenho mais vontade de dominar alto; Eu carreguei por muito tempo o fardo da minha dor Para ver sua raiva rapidamente satisfeita. E vocês, meus amigos que me amaram de verdade, lembre-se, carentes de saúde, coração e paz. Não há nada que valha a pena que eu possa fazer; Peça apenas que minha miséria cesse. E que, sendo punido em um mundo como este, tenho minha porção em felicidade eterna.
O primeiro marido de Maria, o jovem rei francês Francis II, morreu repentinamente de uma infecção no ouvido com apenas dezesseis anos. Maria, um ano mais velha que ele, escreveu o seguinte poema em um estado de grande desânimo, tendo perdido o único amor puro que jamais encontraria.
Maria Stuart nasceu na Escócia em 1542, filha única do Rei Jaime V e da Rainha Maria de Guise.
Perdeu o pai com uma semana de vida, sendo aos 5 anos enviada para a França ( terra natal de sua mãe )
porque o sanguinário Henrique VIII pretendia a forçar a um casamento com seu filho, sendo eles não-católicos.
Pais de Maria Stuart:
Maria de Guise, sua adorada mãe com quem se parecia fisicamente e também no carácter e o Rei Jaime V da Escócia.
Na França foi prometida ao Delfim ( herdeiro da Coroa ) com o qual se casou aos 15 anos, tendo até essa altura sido criada pela avó materna e seus tios.
Foi uma das mais belas mulheres de seu tempo e de grande cultura.
Teve uma infância e adolescência felizes e amaria eternamente seu primeiro marido, o Rei Francisco II,
na época do casamento ainda era Delfim.
Na França era adorada por todos-desde a Corte ao povo-sendo apenas odiada pela sogra a Rainha Catarina de Médicis, em parte por ser da família Guise que não eram amigos da Rainha.
Seu sogro e cunhados a adoravam, mas ele a usou em suas ambições políticas, até mesmo exigiu que ela assinasse um Tratado que cedia a Escócia á França caso ela morresse sem descendentes.
E também ele reivindicou o Trono da Inglaterra para a França, e forçou de Maria Stuart a por sua assinatura sendo ela uma jovem inexperiente e portanto isenta de culpa.
Apesar que tinham um casamento feliz, não tiveram filhos tendo Maria Stuart enviuvado aos 17 anos e obrigada a regressar a Escócia, também por falecimento de sua mãe que era a Regente Maria de Guise.
Duas mortes muito sentidas por Maria Stuat.
Rainha Maria Stuart e o Rei Francisco II na coroação, em 1559, seu verdadeiro amor.
O País era então dominado pelos Lordes protestantes, tendo Maria por alguns anos se conformado a ser
uma rainha representativa.
Fez uma escolha fatal para seu futuro ao se casar em segundas núpcias com Lord Darnley, pois este revelou-se violento e bêbado e pretendia usurpar o Trono da esposa sendo Rei da Escócia e que Maria fosse apenas a Consorte.
ambos eram descendentes directos de Henrique VII.
Os Lordes e inclusive o meio-irmão ilegítimo de Maria Stuart, desde que ela assumiu o Poder, rebelaram-se duas vezes contra ela, o que tornou seu curto reinado difícil mas ela era corajosa e fez-lhes frente ganhando por duas vezes as batalhas.
Seu casamento com Darnley já estava arruinado quando nasceu o filho de ambos, Jaime.
Meses após nascer o filho de ambos- Jaime, Darnley foi morto.
Ela sabia das intenções dos Lordes em mata-lo mas advertiu-os que nada fizessem que
manchasse sua reputação.
Maria Stuart pretendia prende-lo por traição, pois seu marido pretendia usurpar o Trono e prende-la.
Quanto ao seu 3º casamento, revelou-se catastrófico para ela.
Na minha opinião, ela não deveria ter se casado a terceira vez, pois já tinha seu herdeiro.
Foi uma grande imprudência dela casar-se com o suspeito da morte de seu marido: o conde de Bothwell, uma ligação ilícita que ela mantinha há algum tempo.
Isso infelizmente conduziu a sua queda.
Porem nada justifica o comportamento insultuoso e torpe dos Lordes osquais inclusive pagaram pessoas do povo para a insultarem.
E a prenderam como uma criminosa.
Estes não pretendiam « salvar a rainha e o filho» como diziam mas sim apoderarem-se do Poder.
Exigiram que ela abdicasse debaixo de ameaças.
E ainda assim a mantiveram cativa.
Uns canalhas que haviam sido os próprios a conspirarem entre Si para matarem Darnley
E ainda a disseram a Isabel que mantinham a Rainha presa por ela se recusar a se separar de Bothwell oque nunca conseguiram provar pois nem sequer um documento nesse
sentido eles redigiram .
Obrigada a abdicar confiou na hipócrita Isabel I.
...
A Rainha Isabel, a bastarda nunca havia sido acusada por Maria Stuart de ilegitimidade para o Trono, e esta ainda que não tenha reconhecido o Tratado de Edimburgo antes de voltar para a Escócia, so reinvidicou o trono apos a relutancia de isabel em reconhece la como sucessora porem nao o fez oficialmente.
Tamanha era sua ingenuidade que até mesmo convidou Isabel para ser madrinha do seu filho. Imprudentemente fugiu para a Inglaterra, acreditando nas falsa promessa de amizade de isabel. Logo que Maria Stuart chegou a Inglaterra, isabel a mandou prender e nunca a quis ver. Por anos Maria Stuart esperou que : Isabel a liberta-se. Mas esta a queria manter presa ate a morte de maria stuart. Entretanto para captar as boas graças de Jaime ofereceu a liberdade dela quando ele fez 18 anos. Ele também se recusou a negociar a libertação da mãe. ele recusou ser um co governante com a mae a quem devia o trono. Só então, vendo-se abandonada e traída por Isabel sendo alguns dos castelos em que esteve confinada eram precários e sem liberdade sequer para se exercitar que nos seus últimos anos de confinamento Isabel esperava que ela morre-se de tédio e tristeza no Castelo ao invés de executa-la por mera é que Maria Stuart resolveu se vingar e apoderar-se do Trono Inglês e matar Isabel. Maria Stuart já em pintura durante seu cativeiro longo em Inglaterra, em 1580
Que fique claro: A VILÃ FOI ISABEL QUE demonstrou-se falsa. E covarde. Se quisesse ser realmente uma rainha de bem aceitaria encontrar se. Com maria stuart. Inclusive poderia leva la a assinar um tratado onde maria renunciava a sua reinvidicaçao ao trono ingles. Maria soube em 7 de Fevereiro de 1587 que seria executada na manhã do dia seguinte. Ela passou suas últimas horas de vida rezando, distribuindo seus pertences dentre sua criadagem, escrevendo um testamento e uma carta para ser enviada ao rei da França. Até mesmo impuseram-lhe a humilhação de despir seu vestido e ninguém observou qualquer tremor nela durante essa horrível agonia, nem nos 3 golpes do carrasco. Maria foi vendada por Kennedy com um véu branco bordado em ouro, se ajoelhou na almofada na frente do bloco, posicionou sua cabeça e esticou seus braços. Suas últimas palavras foram "In manus tuas, Domine, commendo spiritum meum" ("Em tuas mãos, ó Senhor, entrego meu espírito"). A infame Isabel nem sequer concedeu-lhe o último pedido que era de ser enterrada na França. É verdade que Maria Stuart não tinha a inteligência de Isabel, nem seu tato mas era emocional e isso infelizmente custou-lhe a vida nos dois últimos casamentos e na sua fuga para Inglaterra. Revelou grande coragem na sua morte, algo que até mesmo a bastarda Isabel com certeza não teria. Deixo em sua homenagem sua última Carta- em que revela sua generosidade e lealdade com seus servos e até mesmo com seu filho ingrato: https://tudorbrasil.com/2017/02/23/a-ultima-carta-de-mary-stuart-antes-de-sua-execucao/
Houve muitos Historiadores que souberam avaliar Maria Stuart entre eles: Adão Blackwood, O historiador Guilherme Camden escreveu uma biografia oficial a partir de documentos originais depois da ascensão de Jaime VI na Inglaterra. Ele condenou os trabalhos de Buchanan e "enfatizou a má sorte de Maria Stuart, Guilherme Tytler, A historiadora Jenny Wormald concluiu que Maria foi uma falha trágica que não conseguiu lidar com as exigências colocadas sobre ela, sua versão que a rainha era um peão nas mãos dos nobres do reino, era verdadeira. Por último quero acrescentar que: O segundo e terceiro casamento de Maria Stuart foram escolhas infelizes, porém isso não faz dela uma depravada como foi Elizabeth essa sim uma mulher canalha que mandou seus guardas empurrarem a esposa de Dudley pelas escadas para ele ficar viúvo e se casarem! Além de ser uma PIRATA execrável que gerou riqueza para Inglaterra ás custas de roubo e não por meios lícitos e capacidade de gerar riqueza interna.
Recomendo essa biografia de Maria Stuart. como fidedigna. Termino esta homenagem deixando aqui o último emblema que Maria Stuart escolheu a Fenix bordado pela própria:
Ponto cruzado de Maria Rainha da Escócia de uma fênix, um símbolo usado pela mãe de Maria e com um de seus lemas favoritos "No meu fim é o meu começo".